Prefeitura de Ibirataia realiza pesquisa preventiva contra Calazar (Leishmaniose Visceral)
Visando oferecer maior proteção aos moradores de Ibirataia, a Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância Epidemiológica, realizou uma pesquisa de identificação do mosquito transmissor da Leishmaniose Visceral no município. A ação teve o apoio de Profissionais da Sesab (Jequié e Ilhéus) e ocorreu no período de 13/07 à 17/07.
O Calazar é uma doença transmitida pelo mosquito-palha ou birigui (Lutzomyia longipalpis) que, ao picar, introduz na circulação do hospedeiro (cão), o protozoário Leishmania chagasi. A doença não é contagiosa nem se transmite diretamente de uma pessoa para outra, nem de um animal para outro, nem dos animais para as pessoas.
A transmissão do parasita ocorre apenas através da picada do mosquito fêmea infectado.
Na maioria dos casos, o período de incubação é de 2 a 4 meses, mas pode variar de 10 dias a 24 meses. Os principais sintomas da leishmaniose visceral são febre intermitente com semanas de duração, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento, anemia, palidez, aumento do baço e do fígado, comprometimento da medula óssea, problemas respiratórios, diarréia, sangramentos na boca e nos intestinos.
O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações que podem pôr em risco a vida do paciente. Além dos sinais clínicos, existem exames laboratoriais para confirmar o diagnóstico. Entre eles destacam-se os testes sorológicos, e de punção da medula óssea para detectar a presença do parasita e de anticorpos.
(ASCOM / Prefeitura de Ibirataia)
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